A Origem da Delibe: "Que eu me permita a liberdade"
A história da Delibe não começou em uma sala de reuniões, mas na urgência da vida real e na vontade de fazer acontecer. Nasceu da inquietação de um casal, Nicius e Ingryd, em um momento onde o cenário era de pura incerteza, mas de muita convicção.
Ela estava desempregada. Ele, com uma fome imensa de novas vivências e de expandir seus horizontes. Apesar dos desafios do momento, havia uma questão inegociável que unia os dois: a decisão de não voltar a trabalhar para terceiros. O pacto era nunca mais entregar o próprio tempo e suor para construir algo que não fosse seu. Com muita garra e visão, a meta era uma só: fazer o próprio corre girar.
E foi com essa energia que tudo aconteceu rápido. A essência da Delibe, o conceito, o logo e as primeiras ideias, nasceram em uma única tarde. Um daqueles dias em que a inspiração bate, as ideias se alinham e o que era apenas uma vontade se transforma em um projeto palpável.
A partir daquela tarde, o resto foi puro desenvolvimento, suor e dedicação.
Mas a verdadeira alma da marca, o conceito de liberdade que a sustenta, tem raiz na arte. A inspiração veio de uma música do próprio Nicius, chamada "A cor do sol". Foi de um verso muito específico que tudo fez sentido:
"Então se sempre vai ser assim, que eu me permita a liberdade."
Foi dessa frase, desse grito de independência e da escolha de se permitir viver sem amarras, que o nome e a identidade ganharam vida. Dessa vontade absoluta de ser livre, nasceu a Delibe.
Mais do que uma marca, a Delibe é o reflexo da nossa história. É a prova de que a atitude de enfrentar o medo e buscar o que se merece é o que realmente nos permite desenhar os nossos próprios caminhos.